Sementes Melão Branco do Ribatejo Bio

2,40 €

FR005-BAPH01

Novo produto

O melão branco português, famoso pela sua doçura e sabor cheio, a fazer lembrar campos repletos de sol. Muito produtivo com frutos de forma oval que podem pesar entre 3 e 4 kg.

Linha Heritage

Mais detalhes

O PROJECTO

Fundada em 2015, a Sementes Vivas é a única empresa ibérica dedicada de forma exclusiva à produção de sementes de alta qualidade com certificação biológica e certificação Demeter, fazendo a produção e o melhoramento de sementes biológicas.

Na Quinta é feito todo o tipo de produção de sementes, desde a produção de variedades de flores e ervas aromáticas, hortícolas e ainda algumas culturas de adubos verdes. Sendo o cultivo para produção de sementes mais difícil e desafiante do que os cultivos normais de produção de alimentos, pelos ciclos mais longos de culturas, contam com uma equipa profissional e dedicada, especializada neste tipo de produção!

Os campos de ensaios da Quinta são uma parte fundamental, já que é nestes que se testam novas variedades e os vários lotes produzidos, de modo a verificar as taxas de germinação, a qualidade e a homogeneidade das variedades, permitindo manter a mais alta qualidade das sementes.

As sementes produzidas são 100% biológicas e com certificação Demeter para a agricultura biodinâmica. Esta certificação Demeter é ainda mais restrita e específica que a certificação biológica, comprovando as práticas agrícolas que promovem um ciclo fechado na Sementes Vivas, com diminuição dos insumos exteriores. A utilização de adubos é praticamente nula, focando-se principalmente na adubação verde e na rotação de culturas.

LINHA HERITAGE

As sementes são reserva de vida e do conhecimento de gerações e gerações que se empenharam em apurá-las e preservá-las. Quando uma semente acaba, perde-se biodiversidade e todo um património biológico e cultural. Nesse contexto surgiu a Heritage Line. A Sementes Vivas, em cooperação com agricultores, sociedade civil, municípios, universidades e outras instituições, recolhe sementes biológicas locais, que preserva, multiplica e disponibiliza à comunidade, contribuindo para a preservação do carácter vincado de sabor e beleza únicos portugueses!

O MELÃO BRANCO DO RIBATEJO

A terra da várzea ribatejana é sinónimo de fertilidade. Entre as planícies aluviais do Tejo é possível encontrar cavalos Lusitanos, cegonhas que rasam as águas, trabalhadores entregues à faina agrícola e aglomerados habitacionais que pontuam de cal branca a paisagem verde...

Durante séculos, o Ribatejo foi uma das mais importantes áreas hortícolas em Portugal, e foi também o berço do melão branco, igualmente conhecido como Branco do Ribatejo. A doçura do fruto, conquistada com a ajuda do sol, da terra fértil e da água abundante do Tejo, tornou este melão famoso em todo o país e além-fronteiras.

Deixe que o sabor e a doçura de Portugal lhe cheguem a casa, através destas sementes criteriosamente escolhidas!  

Como cultivar o Melão Branco do Ribatejo de forma biológica?

Sementeira: Normalmente feita em tabuleiro, para posterior transplante de planta com 6 a 7 semanas e com, pelo menos, a primeira folha verdadeira desenvolvida. O fornecimento de água deve ser reduzido na semana anterior ao transplante. É necessário cuidado no transplante de forma a minimizar os distúrbios ao nível radicular e diminuir assim a crise de transplantação.

Solo: A cultura prefere solos leves, férteis, bem drenados para além de bem trabalhados com vista a um correcto desenvolvimento radicular. O pH deve encontrar-se entre os 6.5 e 7.5.

Clima: Preferência por climas quentes, sem noites frias que podem resultar numa má formação do tubo polínico e, consequentemente, menos flores férteis. Uma exposição direccionada para sul é o ideal.

Fertilização: Deve incorporar-se composto em fertilização de fundo.

Rega: Devido a diferentes necessidades hídricas ao longo do ciclo cultural, a rega gota-a-gota é indicada. Nas fases iniciais e durante a polinização quando os frutos são formados as necessidades são altas, enquanto após este ponto só se deve regar quando o solo estiver seco, caso contrário água em excesso levará a frutos de baixa qualidade. A rega gota-a-gota tem também a vantagem de evitar água excessiva sobre as folhas que pode ser o início do desenvolvimento de doenças.

Controlo de infestantes: O mulching com materiais orgânicos ou plástico é uma boa opção, evitando a competição entre as infestantes e a cultura, para além de evitar que os frutos estejam em contacto sobre o solo e possam ter podridões.

Controlo de pragas: Os ácaros, afídeos, larvas mineiras, mosca branca, nemátodes das galhas e tripes são pragas da cultura. Para o controlo dos ácaros pode ser usada a luta biológica com ácaros predadores podendo, se necessário, aplicar-se azadiractina ou enxofre em pó (se T < 28°C). Os afídeos são controlados através de fertilizações moderadas sem excesso de azoto, limitação natural com sebes em bordadura para favorecer os auxiliares, luta biológica com himenópteros parasitóides ou predadores podendo também, se necessário, aplicar-se sabão de potássio ou azadiractina. Para o controlo das larvas mineiras pode ser usada a luta biológica com himenópteros parasitóides, pela limitação natural com sebes e outras plantas melíferas que alimentem os adultos dos parasitoides, podendo ser usado como alternativa a aplicação de azadiractina. A mosca branca deve ser controlada através de fertilizações moderadas sem excesso de azoto, não transplantar plantas já infestadas, colocar placas amarelas para deteção, luta biológica com himenópteros parasitóides e ácaros predadores podendo também realizar-se, se necessário, a aplicação de azadiractina. Os nemátodes das galhas são controlados através de rotações, biofumigação e solarização do solo. Por fim, as tripes podem ser controladas usando em bordadura plantas favoráveis aos auxiliares antocorídeos (como são os malmequeres e outras compostas) e também a luta biológica com ácaros predadores e antocorídeos.

Controlo de doenças: A fusariose, míldio, oídio e podridão cinzenta são doenças da cultura. Para a fusariose devem realizar-se rotações culturais adequadas, biofumigação e solarização do solo. Para o controlo do míldio, devem realizar-se rotações culturais adequadas, evitando água excessiva no solo, compassos largos e, se necessário, fungicidas cúpricos. O oídio é controlado através de compassos largos, fertilizações moderadas sem excesso de azoto e, se necessário, pela aplicação de enxofre em pó polvilhável ou em conjunto com lithothamne (1:1), sendo desta forma menos fitotóxico que o enxofre estreme. Quanto à podridão cinzenta deve eliminar-se os retos de plantas doentes, evitar o excesso de vigor, evitar água sobre as plantas, podar cedo os rebentos laterais de forma a ter feridas de poda o mais pequenas possíveis e pela aplicação regular de argila bentonítica.

Pós-colheita: Podem ser conservados a uma temperatura entre 7 a 10°C e uma humidade relativa entre os 85 e 95%.

A Agricultura Biológica com técnicas menos agressivas, respeita os ritmos da natureza, com benefícios para os ecossistemas e saúde humana.
Sempre que possível, consuma estes produtos.

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Sementes Melão Branco do Ribatejo Bio

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O melão branco português, famoso pela sua doçura e sabor cheio, a fazer lembrar campos repletos de sol. Muito produtivo com frutos de forma oval que podem pesar entre 3 e 4 kg.

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